Porto do Açu terá base offshore com quase 600 mil m² após expansão

Divulgação - Prumo Logística
Divulgação – Prumo Logística

A Prumo, empresa que desenvolve o Porto do Açu, em São João da Barra, no Norte Fluminense, divulgou, nesta segunda-feira (22), que a empresa americana Edison Chouest exerceu as duas últimas opções de aumento de sua área, localizada no Terminal 2 (T2). Estas opções de expansão, estabelecidas no contrato assinado em abril do ano passado, venciam em outubro de 2015 e foram antecipadas.

Além das opções exercidas, a empresa também decidiu contratar mais 40 metros de cais para sua área. Com isso, a área total da Edison Chouest no Porto do Açu passa a ser de 597.400 m², com 1.030 metros de frente de cais. No local, a empresa está construindo uma unidade com 15 berços para atracação, além de um estaleiro para reparo de suas próprias embarcações – mas que pode atender terceiros no futuro. A previsão é que a unidade movimente 10.800 embarcações por ano.

Com a ampliação da Chouest, que está investindo R$ 950 milhões na unidade, o canal do Terminal 2 conta agora com mais de 3 Km de cais ocupados, o que representa cerca de 70% da área molhada, incluindo as áreas reservadas.

“O Açu já é uma realidade. Estamos antecipando a opção que somente teríamos que exercer em outubro para poder acelerar nossas obras. Após o contrato com a Petrobras, tivemos uma forte procura das empresas internacionais e estamos muito avançados nas negociações. Nossa unidade, que será a maior base de apoio offshore do mundo, poderá atender com eficiência e rapidez aos nossos clientes”, afirma Ricardo Chagas, diretor para América Latina do Grupo Chouest e Presidente da Brasil Port.

“O início da operação e o anúncio da Petrobras no Açu criaram uma dinâmica diferente nas nossas conversas. A Edison Chouest é a líder no setor de apoio offshore e a visão que ela teve sobre o porto há mais de um ano mostra porque ela está à frente do mercado. É mais uma prova de que o Porto do Açu será o principal polo para o setor de O&G”, diz Eduardo Parente, presidente da Prumo.

Fonte: G1.

Repórter mostra o Superporto do Açu e Eike brinca: “É PowerPoint?”

O Superporto do Açu, no Rio de Janeiro, é considerado um legado das empresas de Eike Batista. O empresário diz que esse é um projeto que foi concretizado e que foi além do ‘PowerPoint’, respondendo às críticas de que não tiraria planos do papel. O repórter Mauro Tagliaferri, da RedeTV!, visitou o local e realizou a reportagem para o programa “Mariana Godoy Entrevista”.
Conheça o Porto do Açu, iniciativa de Eike Batista

Petrobras inicia operação no Superporto do Açu em novembro

A Petrobras já contratou e deverá começar a operar em novembro a operação portuária no Porto do Açu – idealizado pelo ex-bilionário Eike Batista e hoje controlado por um fundo americano. O terminal atualmente é administrado pela empresa Prumo Logística (ex-LLX) e a estatal usará uma área operada pela empresa Edson Chouest Offshore. O contrato, estimado em R$ 3 bilhões, foi formalizado em abril, após a estatal derrubar uma decisão liminar da Justiça, em novembro, que suspendia a licitação.

O contrato prevê a utilização de seis braços de atracação, utilizados de forma simultânea para a retirada de cargas das embarcações de apoio à produção de óleo e gás na Bacia de Campos e do Espírito Santo, segundo a própria estatal. O contrato tem duração de 15 anos, com possibilidade de renovação.

“É um projeto já assinado com a Petrobras há dois ou três meses, mas que não divulgamos em função da questão judicial”, informou o CEO da Prumo, Eduardo Parente, responsável pela gestão do terminal do Açu, em São João da Barra, no norte fluminense. “A operação será iniciada no segundo semestre, com previsão para novembro”, completou.

Em novembro, a licitação da Petrobras foi suspensa por decisão judicial. A prefeitura de Macaé, tradicional porto para operações logísticas da estatal, abriu processo contra a realização do certame, alegando que o processo havia sido direcionado para beneficiar o terminal do Açu.

De acordo com a decisão da 2ª Vara Cível de Macaé, a licitação estabelecia “índice de custos operacionais sem justificativa técnica” o que seria prejudicial à competição de outras empresas. A decisão liminar, entretanto, foi cassada após recurso da estatal. Fontes do mercado indicam que ao menos outras três empresas participaram da concorrência. A ECO teria apresentado a proposta mais barata entre as participantes.

De acordo com a Petrobras, a licitação previa um critério de ponderação para julgar o valor das propostas considerando a localização dos terminais “de forma que se obtenha o menor custo logístico global ao longo do contrato”. A decisão beneficiaria o Porto do Açu, localizada a cerca de 130 km da bacia de Campos – pouco mais que a metade da distância para Macaé.

A Edson Chouest Offshore (ECO) tem área arrendada superior a 400 mil metros quadrados, sendo mais de 500 metros de cais. As obras já foram iniciadas com custo estimado de US$ 950 milhões. O projeto ainda prevê um dique flutuante com capacidade para atender até 15 embarcações de apoio, simultaneamente.

A Prumo tem entre seus acionistas Eike Batista, criadorr do negócio, tocado pela empresa LLX. Com a derrocada do seu grupo, o empresário vendeu a empresa em 2013 para o fundo americano EIG, e deixou o controle acionário. Á época, a possibilidade de uso do terminal pela Petrobras circulava no mercado como uma alternativa de apoio ao empreendimento.

Fonte: Agência Estado.

Imagens aéreas mostram a grandeza do Superporto do Açu

A Prumo Logística, antiga LLX, fez novos registros do Superporto do Açu. As imagens aéreas são recentes, datadas deste mês de abril, e mostram a grandeza de uma das maiores realizações do empresário Eike Batista.

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Pai de Eike leva “susto” com o Superporto do Açu

De forma a dar sequência ao especial sobre o Superporto do Açu, nesta terça-feira, Roberto Hukai, Engenheiro nuclear e Professor do Instituto de Energia Eletrotécnica da USP, revela que Elieser Batista, pai de Eike, levou um “susto” quando soube da descoberta do Açu pelo próprio filho.

 

ESPECIAL SUPERPORTO DO AÇU:

Episódio 1: Terra, sol e água: qual é a relação com o Açu?

 

“Uma das coisas que o povo em geral pensa é que o Elieser Batista ajudou muito o filho. Claro que ajudou no sentido de que ele foi pai, só que muitas das ideias e realizações do Eike não tem nada a ver com o Elieser”, disse Roberto Hukai.

Em detalhes, Hukai conta que o Superporto do Açu nasceu a partir de um estudo inicial da US Navy durante a 2ª Guerra Mundial. Naquela época os EUA cogitavam um ataque à Europa e mapearam toda a costa brasileira em busca da construção de bases militares. Passaram-se anos e Eike Batista, na biblioteca da Marinha Americana, descobriu os dados necessários para um profundo porto no Rio de Janeiro.

“O próprio Elieser tomou um susto. Eu lembro que ele falou: ‘mas eu não sei como o meu filho descobriu o Porto do Açu’. Não estava na cabeça dele, e ele (Elieser) era um dos maiores estrategistas de superportos do mundo”, explicou.

 


 

Até sexta-feira mais vídeos com curiosidades importantes sobre o Superporto do Açu serão postados aqui no #EikeTudoPeloBrasil. Fiquem ligados!